Domingo, 05 de Setembro de 2010


cadastre-se  :  indique nosso site  :  contatos




+ Bovinos e Equinos

 Notícias

31/08

Concentração fortalece preço do boi, afirma JBS



31/08

Compra e venda de gado já pode ser feito na Web




 Cotações do mercado
www.scotconsultoria.com.br/











29/07/2010  |  Bovinos e Equinos
Oferta apertada leva boi à maior cotação em 20 meses

Jornal Valor - Agronegócios 28/07/2010

Mauro Zanatta

O boi gordo alcançou o maior valor desde novembro de 2008 neste mês, de acordo com acompanhamento da Scot Consultoria. A pesquisa - que considera os valores nominais não deflacionados - mostra que o preço médio da arroba em julho ficou em R$ 83,08 na praça paulista de Barretos. Em novembro de 2008, a média foi de R$ 87,73.

Um hiato entre a oferta de gado bovino de pasto e de confinamento no atual período de entressafra é uma das razões para a alta dos preços, segundo Gabriela Tonini, analista da Scot. Além disso, o rebanho ainda não foi totalmente recomposto após o forte descarte de matrizes entre 2005 e 2006 - anos em que a produção foi desestimulada pelos preços baixos da arroba do boi gordo no país.

A analista lembra que os preços já estavam em alta em meados de 2008, reflexo exatamente do abate das matrizes e também por conta da demanda forte por carne bovina no mercado internacional. Mas veio a crise, no fim de 2008, que derrubou as vendas externas do Brasil, pressionando as cotações do boi.

"Desde o começo do ano, os preços vêm subindo devagarzinho", afirma Tonini. Além de oferta mais justa, a demanda doméstica firme e a melhora nas exportações de carne bovina também têm sustentado o preço da arroba, segundo ela.

A valorização da matéria-prima já contaminou as cotações da carne bovina no atacado e também já chegou às gôndolas do varejo. De acordo com a Scot, o quilo do traseiro avulso subiu 4% desde o começo do mês até ontem, para R$ 6,50. No caso do dianteiro bovino, a alta foi de 4,65%, para R$ 4,50 o quilo.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe mostra variação de 1,26% nas carnes bovinas na terceira quadrissemana de julho em São Paulo. "Já há algum reflexo no preço da carne", comenta Gian Barbosa, economista da Tendências Consultoria. Enquanto a alta da arroba persistir, deve haver repasse para o varejo, avalia.

De acordo com Gabriela Tonini, a expectativa é de que os preços do boi gordo permaneçam firmes no curto prazo, mas a maior oferta de animais de confinamento, a partir do fim de agosto, deve limitar ganhos.

Proteína mais barata do que a carne bovina, o frango também tem se valorizado recentemente, em parte influenciado pela carne bovina. Mas Oto Xavier, da Jox Assessoria Agropecuária, afirma que a produção de aves também é menor. Um sinal, diz, é a baixa disponibilidade de ovos férteis e de pintos de um dia no mercado.

Pesquisa da Jox mostra que o frango vivo saiu de R$ 1,40 o quilo no começo de julho para R$ 1,60 ontem em São Paulo. No médio atacado paulista, o frango resfriado foi cotado a R$ 2, 25 (em média) o quilo ontem, acima dos R$ 2,09 do início de julho.

Xavier lembra que as exportações de carne de frango estão melhorando, o que reduz a disponibilidade desse produto no mercado doméstico num momento de oferta mais ajustada.

Em menor intensidade, o levantamento da Fipe também mostrou alta no grupo aves na terceira quadrissemana do mês de julho - de 0,37%.



UE sinaliza que pode reduzir exigências para carne

As autoridades sanitárias da Comissão Europeia deram mais um sinal positivo para a redução das exigências nas importações de carne bovina brasileira pelo bloco de 27 países-membros.

Em um relatório de 17 páginas divulgado ontem, o Escritório de Alimentação e Veterinária (FVO, na sigla em inglês) elogia a ação das autoridades brasileiras e reforça, de forma indireta, as gestões do Brasil para passar a gerenciar a lista de fazendas habilitadas a fornecer gado aos frigoríficos exportadores à União Europeia.

"A situação em relação a controles higiênicos gerais e específicos, rastreabilidade e controles oficiais foram satisfatórias em todos os estabelecimentos visitados", atestaram os veterinários do FVO.

Em visita ao país, os auditores da UE visitaram nove fazendas e seis frigoríficos em nove Estados do país. O texto dos veterinários europeus reconhece o atendimento, pelo Brasil, das recomendações feitas em visitas anteriores. Os europeus avaliam como "satisfatórios" os controles e os sistemas implantados no país desde a descoberta de focos de febre aftosa em Mato Grosso do Sul e no Paraná, no fim de 2005. "As autoridades brasileiras conduziram suas ações de acordo com detalhadas exigências e orientações que cumprem totalmente medidas conformes ou equivalentes à legislação da UE", escreveram os auditores.

Há duas semanas, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, teve reuniões com os comissários de Saúde e Agricultura, além de parlamentares europeus, justamente para reafirmar o cumprimento das exigências impostas pela UE para retomar os níveis históricos de exportação de carne bovina. Em conversas de bastidores, o ministro ouviu que era forte a pressão interna contra a liberação total do produto brasileiro. Pecuaristas irlandeses seguem em campanha contra a carne brasileira e a crise econômica europeia acirra ainda mais os ânimos contra o Brasil.

O texto da missão veterinária da UE afirma que os controles oficiais colocados em prática dão boas garantias de cumprimento das exigências, mas ainda vê "deficiências menores" na operação de algumas empresas certificadoras dos processo de rastreamento do gado bovino. O relatório aponta que o ministério apertou os controles e suspendeu várias certificadoras.

A avaliação sobre as condições operacionais dos frigoríficos exportadores e seu acompanhamento pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) também foram amplamente positivas. E o processo de certificação oficial tem cumprido todas as recomendações de missões anteriores, segundo os auditores europeus. A missão visitou fazendas em Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. (MZ)



Leite recua no país com aumento da produção

Os preços do Leite pagos aos produtores voltaram a recuar em julho, segundo levantamento do Cepea/Esalq. A cotação do produto, fornecido em junho, caiu 6,16% em relação ao mês anterior, para uma média de R$ 0,7242/litro no país. Na comparação com um ano antes, o recuo é de 6,17%. Para chegar à media, a pesquisa do Cepea leva em consideração os preços do Leite no Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Bahia.
De acordo com o Cepea, o aumento da captação de Leite, o recuo no mercado de longa vida, as elevadas importações e as exportações fracas levaram à queda dos valores pagos aos produtores. E a expectativa é de mais retração.
O Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L/Cepea) mostra que a oferta do produto está crescendo, uma das razões para os preços menores. Em junho, o índice teve alta de 3,43% em relação ao mês anterior. Segundo o Cepea, o crescimento da oferta foi maior no Rio Grande do Sul (alta de 11,07%) e no Paraná (6,49%). O clima favoreceu as pastagens nessas regiões.
No semestre, o índice mostra que o volume recebido por laticínios e cooperativas no país subiu 4,34% ante igual período de 2009.



 enviar por e-mail  voltar  topo da página

  Outras notícias

  29/07/2010  |   Não relacionar
     A agricultura que o Brasil almeja

  29/07/2010  |   Não relacionar
     Biotecnologia ganha cada vez mais peso na receita da Monsanto

  29/07/2010  |  Bovinos e Equinos
     Concentração fortalece preço do boi, afirma JBS



página inicial   |   histórico   |   lojas   |   orçamentos   |   mercado   |   eventos   |   notícias   |   dicas   |   links   |   vídeos   |   fale conosco





Casa do Adubo - Desde 1937 - © - Todos os direitos reservados
casadoadubo@casadoadubo.com.br : http://www.casadoadubo.com.br | Produzido por: Órbita Tecnologia e Arte Digital

Teixeira de Freitas (73) 3291-4480  |  Ji-Parana (69) 3421-4600  |  Cuiaba (65) 3627-3065
Rio de Janeiro (21) 3371-1642  |  Nova Friburgo (22) 2529-4100  |  Cariacica (27) 3346-4600  |  Venda Nova do Imigrante (28) 3546-3388
Serra (27) 3228-0344  |  Linhares (27) 3371-0999  |  Santa Maria de Jetibá Futura loja  |  Vitória (27) 3222-0555
Cariacica (27) 3346-4644  |  Empresa Coligada em Vitória (27) 3225-8188  |  Manhuaçu (33) 3332-4600  |  CONTAGEM (xx)